AirJet para solucionar problemas existente em MacBook Air de 13 e 15 polegadas

Cristina Assunção

A ausência de ventoinhas para manter a espessura reduzida do laptop, essa decisão resultou em limitações de desempenho durante atividades intensivas.

A Frore Systems fez o AirJet com a finalidade de eliminar o calor

Frore Systems/Imagem-crédito_ froresystems
Frore Systems/Imagem-crédito_ froresystems

Pois o dispositivo diminuía a potência do processador para evitar o superaquecimento.

A Frore Systems percebeu essa lacuna e concebeu o AirJet, um dispositivo capaz de dissipar o calor gerado pelo MacBook, permitindo que um MacBook Air com o processador M2 alcance um desempenho comparável ao modelo Pro de 13″, que possui uma ventoinha integrada. Contrariando a estrutura convencional de ventoinhas, o AirJet opera por meio de vibrações em membranas, criando pressões para a saída do ar quente do computador, utilizando os alto-falantes como exaustores e reconfigurando a estrutura próxima às dobradiças.

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O diferencial notável do AirJet é ser um chip de resfriamento ativo de estado sólido, com uma espessura mínima de 2,8 milímetros e tamanho compacto de 27,5×41,5mm. Além disso, produz menos ruído do que as ventoinhas convencionais presentes nos MacBook Pro.

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Sem o AirJet, o dispositivo teve uma redução de 7% no desempenho

MacBook Airjet/Imagem-crédito: notebookcheck.net
MacBook Airjet/Imagem-crédito: notebookcheck.net

Testes demonstraram que, ao instalar o AirJet, um MacBook Air de 15″ atingiu resultados similares a um MacBook Pro com chip M2 no Cinebench R23. Sem o dispositivo, houve uma redução de 7% no desempenho devido ao controle térmico do Mac.

Embora promissor, o AirJet ainda não é um produto de consumo final disponível no mercado. Sua integração nos computadores Apple apresentaria desafios técnicos, considerando a complexidade de modificar o interior desses dispositivos. No entanto, a Frore Systems sugeriu que a adoção dessa tecnologia pela Apple poderia liberar espaço interno, possibilitando melhorias, como o aumento da capacidade das baterias.

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Uma preocupação apontada foi o consumo de energia: três AirJets consumiram mais de 5W a partir da porta USB-C do MacBook. A empresa destacou que uma versão mini do chip está em produção em massa e foi testada em diversos dispositivos, como webcams e lâmpadas.

No entanto, apesar do potencial do AirJet para aprimorar o desempenho térmico dos MacBooks, sua disponibilidade e viabilidade comercial ainda são incertas. A necessidade de mais testes e a preocupação com o consumo de energia são aspectos que devem ser considerados antes de sua possível adoção em larga escala pela Apple ou em outros dispositivos.

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