Apple ganhou uma multa do Brasil pela falta do carregador

Se essa moeda pega: Brasil multa Apple em US$ 1,9 milhão por não incluir carregador na caixa do iPhone 12.

Procon São Paulo

O Procon-SP, órgão regulador de defesa do consumidor brasileiro, multou a Apple por vender o iPhone 12 no Brasil sem o carregador, meses após a organização obrigar a Apple a fornecer carregadores vendidos em São Paulo.

Em dezembro de 2020, o Procon-SP declarou que a Apple tinha que fornecer um carregador para quem comprasse o iPhone 12 e o solicitasse. No dia 19 de março o Procon regulador continuou a atacar a Apple, multando a empresa por não explicar adequadamente a exclusão do carregador.

A multa de 10 milhões e foi acompanhada de acusações de que a Apple enganou em sua publicidade, e vendeu dispositivos com defeitos de fábrica, de acordo com com um artigo postado no site uol. A Apple também supostamente não conseguiu manter termos justos de contrato com os consumidores, e por não reparar dispositivos sob garantia.

Apple vendendo iPhone sem carregador

“A Apple precisa entender que no Brasil existem leis e instituições sólidas de defesa do consumidor”, disse o diretor executivo do Procon-SP, Fernando Capez. “A empresa precisa respeitar essas leis e essas instituições.”

Em dezembro, a Apple disse à agência que a remoção do carregador foi devido a preocupações ambientais, na decisão de haver muitos carregadores no mundo e sem uso sendo descartados de forma irregular. Acreditava-se também que a remoção reduzisse as emissões de carbono, mas a agência na época não estava satisfeita com a explicação.

procon
PROCON SP

O regulador decidiu aplicar a multa devido à Apple aparentemente não conseguir convencer ao Procon. A Apple tem a oportunidade de pedir ao Procon-SP para reavaliar sua decisão, ou poderia passar para o sistema judicial por um resultado mais favorável, além de pagar a multa e mudar suas práticas no Brasil.

iPhone realmente é resistente à água?

As outras reclamações, que estão incluídas na multa, incluem acusações de que a resistência à água do iPhone não é suficiente para os consumidores. O regulador recebeu reclamações dos consumidores, onde seus telefones pararam de funcionar corretamente após entrar na água, mas também foram negados um reparo devido a danos na água.

Problemas após atualizações do sistema e recusa de reparar dos produtos comprados no exterior dentro de 30 dias também foram mencionados.

Você pode acompanhar direto no site PROCON.SP – Equilíbrio e harmonia nas relações entre consumidores e fornecedores.

E agora quem ganha essa batalha? Brasil esta certo? Deixe a sua opinião.

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