Chips da Apple superam NVIDIA RTX 4090 em teste de Machine Learning

Cristina Assunção

Os avanços e o desempenho dos chips da Apple, em particular a recente comparação entre os processadores Apple Silicon e a poderosa placa gráfica RTX 4090 da NVIDIA.

 Uma analise minuciosa desses dispositivos

Machine Learning/Imagem-crédito: wi6labs
Machine Learning/Imagem-crédito: wi6labs

Tem gerado um debate fervoroso entre entusiastas de tecnologia. A análise meticulosa conduzida pelo programador Oliver Wehrens explorou as capacidades desses dispositivos em um teste de processamento de áudio, utilizando o recém-lançado MLX, uma estrutura de código aberto que habilita os desenvolvedores a conceberem e avaliarem projetos de machine learning em computadores equipados com Apple Silicon.

Utilizando o Whisper, um modelo de reconhecimento de fala da OpenAI, Wehrens investigou o tempo necessário para transcrever um arquivo de áudio de dez minutos. Os resultados obtidos ressaltaram a performance excepcional dos processadores da Apple em comparação direta com a RTX 4090 da NVIDIA. Enquanto a GPU da NVIDIA superou o chip M1 Pro da Apple, exigindo 186 segundos para processar o áudio em comparação com os 216 segundos do processador da Maçã, essa vantagem da NVIDIA desvaneceu-se quando confrontada com os mais recentes chips da Apple.

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Surpreendeu ao reproduzir áudio em tempo de 100 a 95 segundos

Apple Silicon/Imagem-crédito: tecnoblog/Por Emerson Alecrim
Apple Silicon/Imagem-crédito: tecnoblog/Por Emerson Alecrim

Os modelos M2 Ultra, com uma GPU de 76 núcleos, e M3 Max, equipado com uma GPU de 40 núcleos, surpreenderam ao processar a transcrição de áudio em tempos de 100 e 95 segundos, respectivamente, superando a RTX 4090 da NVIDIA. Ademais, os chips da Apple demonstraram eficiência energética superior, consumindo consideravelmente menos energia em comparação com sua concorrente.

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Esta disparidade na eficiência energética torna-se mais evidente ao observarmos o aumento substancial no consumo de energia da placa da NVIDIA em operação, saltando para 242 watts. Em contraste, mesmo o MacBook com o chip M1, dotado de uma GPU de 16 núcleos, registrou um aumento significativamente menor no consumo, apenas de 38 watts.

Este teste evidencia não apenas a capacidade de processamento dos chips da Apple, mas também sua eficiência energética, oferecendo um desempenho impressionante com um consumo menor de energia. Essa análise incita discussões acaloradas sobre o futuro do processamento de dados e a direção que a indústria de chips pode tomar nos próximos anos, com a Apple desafiando as normas estabelecidas com seus avanços inovadores em tecnologia de processamento.

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