European Union leaves Apple and Telegram out of deal against fake news

A Apple e a Telegram foram deixadas de fora da mais recente revisão do código de Prática da União Europeia contra a desinformação, introduzido originalmente em 2018.

Os 33 signatários do acordo incluem empresas como Google, TikTok, Twitter e até mesmo Meta.

Segundo a Comissão Europeia, a edição de 2022 do código traz atualizações que levam em conta as lições aprendidas com a pandemia do novo corona vírus (COVID-19) marcados pela disseminação de notícias falsas, mais especificamente.

O acordo é que as empresas combatam a disseminação de fake news

O acordo estabelece regras para que as empresas signatárias combatam a desinformação em suas plataformas. O código se liga à minuta da Lei de Serviços Digitais (DSA) e também levanta preocupações sobre o uso de deepfakes, uma técnica capaz de inserir os rostos de outras pessoas em vídeos,igual ao face ID, de uma maneira muito realista. No total, 27 países da UE concordaram em aprovar a DSA no início deste ano.

Gigante De Cupertino
Gigante De Cupertino

As empresas signatárias terão que se comprometer com um total de 44 regras muito específicas destinadas a refrear os mais diversos tipos de notícias falsas, contra apenas 21 na edição de 2018 do acordo. A maioria procura tornar os anúncios políticos mais transparentes e fortalecer a verificação das informações.

Entre algumas das regras planejadas estão

– Reduzindo o número de bots e contas falsas em suas plataformas;

– Desmantelar sites conhecidos por divulgar notícias falsas;

– Fornecendo mais ferramentas para os usuários relatarem conteúdos enganosos;

– Colaborar com organizações independentes de verificação de fatos;

– Criar bibliotecas pesquisáveis de anúncios políticos.

Acordo Contra Fake News
Acordo Contra Fake News

As empresas signatárias que violarem qualquer uma destas regras poderão enfrentar multas de até 6% de seus lucros globais totais, de acordo com a DSA. Cada empresa terá seis meses para cumprir com o código a partir da data de assinatura.

Embora ainda haja a possibilidade de a Apple se comprometer com a iniciativa, a ausência de sua assinatura é considerada uma das mais notáveis, já que o gigante baseado em Cupertino adotou um discurso bastante incisivo em favor de uma internet mais segura nos últimos anos.

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